terça-feira, 30 de agosto de 2011

linda música

Salva me Jesus...pois já não consigo reagir...

Pedro

 Sergio Saas
Ao obedecer o Teu mandar
Mau sabia o Teu servo
O que estava preste a viver
A maior experiência que
O homem poderá viver
Em sua frágil e humilde vida aqui
E mesmo apesar de ter ouvido do Senhor
A não temer ao andar por sobre as águas duvidou,
Pedro então tomado pelo medo
Começou a perecer
E sem saber o que fazer
Clamou em alta voz:

Refrão
"Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus
Pois só Tuas mãos podem me resgatar.
Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus.
Pois já não consigo reagir
Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus,
Tua voz suave acalma o mar e a tempestade,
Pois Tu és Senhor Jesus

Hoje ao me encontrar em situação tão semelhante
Eu venho a Ti, humildemente apresentar-te o meu clamor
Peço que como fizeste lá em alto-mar com o Teu servo
A se afogar, me tome agora pelas mãos.

"Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus
Pois só Tuas mãos podem me resgatar.
Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus.
Pois já não consigo reagir
Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus,
Tua voz suave acalma o mar e a tempestade,
Pois Tu és Senhor Jesus.

Salva-me Jesus, Salva-me Jesus
Pois só Tuas mãos podem me resgatar
Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus.
Pois já não consigo reagir
Oh meu Jesus, salva-me Jesus, salva-me Jesus,
Tua voz suave acalma o mar e a tempestade,
Pois Tu és Senhor Jesus.


http://www.vagalume.com.br/sergio-saas/pedro.html#ixzz1WZTe4qeP

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Belezas poéticas

Meu amor independe do que me fazes.
Não cresce do que me dás.
Se fosse assim ele flutuaria ao sabor dos teus gestos.
Teria razões e explicações.
Se um dia teus gestos de amante me faltassem,
ele morreria como a flor arrancada da Terra.



Rubem Alves

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Vivendo nas contradições e incertezas

Somos profundamente contraditórios. Essa é a nossa riqueza e pobreza. Riqueza, porque nos mostra como um mosaico cheio de cores diferentes, de desenhos irregulares, que, no conjunto, fazem sentido. Pobreza, porque há muitas diferenças entre o que queremos e aquilo que somos, entre o que dizemos e o que fazemos. Todos somos profundamente contraditórios. Esse é o ponto de partida para avançar. Aceitar essa precariedade, provisoriedade, incompletude.
Somos muito diferentes uns dos outros nas nossas reações, motivações, comportamentos. Não podemos impor nossa forma de ver como a única possível. Os que impõem uma única moral, um único ponto de vista, um só comportamento não entenderam a complexidade do ser humano. Os moralistas, que ditam regras, costumam esconder suas inseguranças, nas certezas que impingem aos outros, em comportamentos que costumam não praticar.
Uma das aprendizagens mais difíceis da vida é desconfiar das certezas, descrer dos que aparentam saber tudo, rever dogmas que parecem definitivos e aceitar conhecimentos mais provisórios, incertos, incompletos. É preferível viver com poucas certezas solidamente construídas, do que com muitas nunca questionadas. Nossos pais e mestres nos ensinaram aquilo que tinham como certo, em geral, de boa vontade. Nossa tarefa é reexaminar ese ensinamento, revê-lo à luz da nossa experiência e não ter medo de questioná-lo, repensá-lo e, se for necessário, mudá-lo. Nosso compromisso é com a verdade que percebemos em cada momento e não com verdades absolutas, imposições externas.
É melhor caminharmos na incerteza e aceitar nossas contradições do que agirmos teleguiados por verdades absolutas que nos infantilizam. Esse é o primeiro passo para aprender sem que sejamos impedidos de crescer, para ser mais humanos e nos realizar cada vez mais.

José Manuel Moran

Sou assim

"Há dias em que me visto de sol, noutros me visto de sombra. 
minha alma e território de contradições"


do meu amigo Daniel Santos